domingo, 5 de dezembro de 2010 | By: Cinthya Bretas

Ciúme


Ciúme - Quando há atração sexual e o ciúme entra é porque não há amor. Há
medo, porque o sexo é uma exploração. O medo se torna ciúme. Não se pode
amar alguém não-livre, pois o amor só existe se dado livremente, quando não
é exigido, forçado e tomado. Quanto mais controlamos, mais "matamos" o
outro. As causas do ciúme estão dentro de nós; fora estão só as desculpas. O
amor não pode ser ciumento. Ele é sempre confiante. Confiança não pode ser
forçada. Se ela existir, segue-se por ela. Senão, é melhor separar, para
evitar danos e destruição e poder amar outra pessoa. Quando amamos alguém,
confiamos que não quererá outro. Se quiser, não há amor e nada pode ser
feito. Só através do outro tornamo-nos conscientes de nosso próprio ser. Só
num profundo relacionar-se o amor de alguém ressoa e mostra sua
profundidade: assim nos descobrimos. Outra forma de autodescoberta, sem o
outro, é a meditação. Só há dois caminhos para chegar ao divino: meditação e
amor.

1 comentários:

Nair Morbeck Sobrinha disse...

"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado."

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